DISNEY PARA ADULTOS

Posted By on jun 15, 2014 | 1 comment


Assisti ao filme: “Malévola”, uma releitura do clássico: “A bela Adormecida”, que no roteiro de Linda Woolverton, produção de Joe Roth e direção de Robert Stromberg vem explicando a vilania nesse conto de fadas, como uma consequência, uma reação. 

Assim como a série “Once upon a time”, o recente “Malévola” repete a receita: O triste passado dos vilões. Provavelmente outros filmes, nessa categoria virão com a mesma mensagem. Se bem que, isso não é novidade. A história de “A bela e a fera” já apresentava um príncipe, que por sua insensatez virou um monstro e assim permaneceu, até sua redenção. Seria essa a lógica? Seriam os vilões, as verdadeiras vítimas?

O fato é que se todos os vilões tivessem o seu lado bom e todos os príncipes o seu lado vilão, seria realidade demais para um conto de fadas. A personificação do bem e do mal está intrínseca na leitura básica da infância. Caso contrário, as mensagens perderiam muito do seu valor. Como o bem venceria o mal, se o mal não fosse exatamente tão mal e o bem tivesse lá seus pecados?

Um conto de fadas é uma lição que se leva pela vida afora, não é exatamente um romance, um folhetim. É mensagem em forma de ilusão, que fica enraizada no fundo do coração de cada criança, que cresce acreditando; O bem sempre vence o mal. Sem mais explicações, sem estudos psicológicos dos vilões, simples assim.

Não deixa de ser interessante a visão “para adultos” da Disney, assim como outras óticas sob o mesmo tema, mas pra mim, especialmente, nada vai superar o conto clássico. Com princesas, príncipes, bruxas malvadas e fadas madrinhas.

Apesar de tudo, é assim, através da fantasia, que consigo entender um pouco melhor a realidade. 
Seja ela ou não, um mero conto de fadas.

Melhor diálogo do filme

Aurora- Eu sei quem você é
Malevola – Ah, você sabe? Quem eu sou?
Aurora – Você é minha fada madrinha…

É PROIBIDO O SUCESSO
TODOS OS DIAS DAS MÃES

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1 Comment

  1. gostei do filme. sempre procuro todas as versões. mas a reação pode ser uma explicação, nunca uma justificativa.

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